Categoria: Produtos alimentares: Gorduras comestíveis
Azeite,
de.: Olivenöl,
en.: olive oil
O azeite é um
óleo alimentar
da polpa da
azeitona.
É conhecido e apreciado internacionalmente devido ao seu
sabor
Marcante nobre e a fruto. O azeite acompanha maravilhosamente os pratos
da cozinha mediterrânea e é um apreciado
tempero para saladas.
Quase sempre dá-se conta, quando um prato foi temperado com azeite.
Azeite: Produção
Para produzir o azeite são utilizado os frutos verdes da oliveira, que é cultivado sobretudo nos
Países mediterrâneos em plantações de grande escala. As árvores que podem
atingir uma altura de até 12 metros alcançam idades bíblicas. O espesso
óleo vegetal
obtém segundo o tipo de produção diferentes níveis de qualidade. Estes são, internacionalmente, divididos em categorias de qualidade.
Categorias de qualidade do azeite
Azeite virgem
Antigamente, o azeite virgem também era chamado na Alemanha Jungfernöl ou
olio virgine. Os profissionais chamam-no
azeite virgem.
Praticamente não é tratado e é produzido apenas por prensagem cuidadosa.
O azeite virgem não se produz mediante tratamento térmico ou por tratamento
químico. Após a prensagem, os azeites naturais apenas são limpos e
filtrados. O azeite virgem divide-se em quatro níveis de qualidade.
Porém apenas três níveis de qualidade do
azeite
são considerados
alimentos
para o consumo. Estes são
azeite virgem extra, azeite virgem e
azeite virgem habitual.
Antigamente, o azeite virgem era chamado fino, médio
e puro e assim era distinguido. Hoje em dia vale: Azeites virgens
podem ser chamados como tais apenas se foram produzidos com médios físicos
como prensado, filtrado, decantado ou centrifugado.
Além disso não podem ter sido produzidos por extracção com dissolventes ou
refinado. Tão pouco é permitido a mistura com outros azeites. Durante a
prensagem, a temperatura do azeite não pode ultrapassar os 40°C.
Uma diferenciação é feita segundo critérios químico-analíticos e sensórios.
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O azeite da primeira prensagem suave, com pouco pressão, é um azeite
Verde claro, ligeiro com um sabor tenro. O rendimento da primeira prensagem é
com 12 por cento muito baixo. Assim se explica também o preço elevado do azeite virgem extra.
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O azeite da segunda prensagem contem mais clorofila que o da primeira
Prensagem. Tem assim uma cor verde mais forte. Também o sabor é mais
intenso.
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O azeite da terceira prensagem é verde escuro, mais forte e um sabor
forte, quase acerbo.
A polpa da azeitona contem mais azeite do que se pode extrair mediante uma prensagem cuidadosa,
Como requerem as exigências para a produção do azeite virgem.
Assim o aceite refinado é produzido mediante refinação
ou o óleo de bagaço de azeitona bruto e o óleo de bagaço de azeitona refinado mediante
extracção do bagaço.
Azeite puro
A denominação azeite puro pode causar confusões. Pois todos os
adequados para o consumo podem ser chamados assim. Os
azeites puros que se encontram à venda no comércio podem ser misturas de azeite virgem e de azeite
refinado. O azeite puro
é prensado quente. O azeite contem numerosos
ácidos gordos
libres devido do tratamento térmico. É por causa disso que este azeite é refinado.
Fala-se neste caso de azeite refinado.
Denominação de origem
Os azeites estão na maioria etiquetados na língua do país de origem. Assim,
por exemplo, é etiquetado azeite virgem como extra vergine ou
extra vierge.
Os azeites virgens extra italianos garantem por exemplo, segundo a
Denominazione di origine controllata
(D.O.C.) – um selo de qualidade europeu para determinadas regiões produtoras.
Na Itália os seguintes azeites virgens extra obtêm os estatuto D.O.C.:
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Brisighella - (Emilia Romagna)
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Sabina - (Latium)
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Canino - (Latium)
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Castel del Monte - (Puglia)
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Colline di Brindisi - (Puglia)
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Aprutino Prescarese - (Abruzzo)
O azeite virgem extra D.O.C. é produzido segundo normas de produção estabelecidas. Além disso
Esta sujeita a um controlo rigoroso de qualidade, onde é verificado o sabor e a cor.
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